Acusada de conspiração pela invasão de uma reserva natural no Estado de Oregon, nos EUA, Shawna Cox, 59, foi presa.

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Ela acabou liberada três dias depois, mas agora usa uma tornozeleira eletrônica, sendo monitorada pelas autoridades.

Alegando que ela e os 15 outros militantes que ocuparam a reserva foram vítimas de “inúmeros crimes”, está processando o governo americano.

A ocupação começou em 2 de janeiro. Durante mais de três semanas, Cox e um grupo de militantes liderado por Ammon Bundy ficaram acampados na reserva natural de Malheur.

O objetivo era protestar pela prisão de outros membros do grupo, que fizeram queimadas em território do governo federal. O conflito escalonou até o envolvimento do FBI. O confronto acabou com a morte de Robert ‘LaVoy’ Finicum.

No processo aberto por Cox, além dos crimes supostamente cometidos contra ela por mercenários e agentes estrangeiros, cita danos provocados pelo demônio. Mãe de 12 filhos, a senhora Cox quer uma indenização de US$ 666.666.666.666,66.

Na quarta-feira (17), ela disse que entregou o processo na corte federal de Oregon. Seu marido disse que eles estão preparados para contratar uma “equipe de advogados caros” para defendê-los. Eles não deixaram claro por que o demônio foi citado nem o motivo de pedir como indenização um valor que remete ao “número da besta” mencionado no Apocalipse. Com informações Daily Mail

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